Jornada pela Educação na Igualdade

Jorna pela Educação na Igualdade Jorna pela Educação na Igualdade

A Assembleia de Extremadura organizou, junto com a Fundação Centro de Estudos Presidente Rodríguez Ibarra (Fundceri), a Jornada pela Educação na Igualdade, como parte das atividades programadas pela Câmara regional com motivo do Dia Internacional da Eliminação da Violência contra a Mulher.

 

A presidenta da Câmara regional qualificou como “um feito histórico” a aprovação no Congresso dos Deputados do Pacto de Estado em matéria de Violência de Género o passado mês de setembro. Além disso, destacou “como uma marca histórica para este pais” a aprovação ontem pelo Pleno do Congresso de uma Proposição não de Lei insta ao Governo a garantir a contribuição de 200 milhões de euro a dito pacto no caso de prorrogação orçamentaria.


De outro lado, a presidenta da Câmara regional afirmou que “a educação tem muito que ver com que os níveis de igualdade sejam tão baixos num pais como Alemanha, que é a locomotiva de Europa, e que está por debaixo da meia europeia em representação política nos conselhos de administração de empresas ou em brecha salarial”, bem como reflexa “o estudo publicado pelo Instituto Europeio para a Igualdade de Género o mês passado”. “Porque a níveis educativos, Alemanha também não está situada à cabeça dos 28 países membros”, acrescentou.


“É por isto”, defendeu, que “não poderemos avançar se não tratamos a igualdade e a violência de género desde a educação, desde a base, desde primaria e secundaria, e seguiremos sofrendo as cifras de assassinatos machistas que levamos durante todo este ano”. Em referência a isto, Blanca Martín relembrou que “a dia de hoje são 44 as mulheres assassinadas reconhecias oficialmente, 22 os menores que têm sofrido violência de género e 8 os meninos e meninas assassinados”. À vista das cifras, criticou que “estamos vendo nos meios de comunicação como se estão tratando a vítimas de violência de género, como se fossem as culpáveis de sofrer essa violência”. Por último, insistiu em que “se desde a política ou as instituições não fazemos nada, se não logramos ir todos a uma, isto vai continuar sendo igual”. Se houve um acordo de Estado faz anos contra o terrorismo neste pais, agora o terrorismo o sofremos as mulheres e morremos pelo simples facto de sê-lo”, concluiu.


Na inauguração intervieram também o ex-presidente da Junta de Extremadura e presidente de Fundceri, Juan Carlos Rodríguez Ibarra, e a conselheira de Cultura e Igualdade, Leira Iglesias. Rodríguez Ibarra explicou que “pomos o acento na educação para lhe pedir auxílio aos educadores, porque nas suas mãos está boa parte da solução a este problema”. Por consequência, afirmou que “o sistema educativo é capaz de fazer cidadãos que respeitem da igualdade de género em uma ou duas gerações, mas temos que lhe dar ao educador instrumentos necessários”.


No que lhe diz respeito, Leire Iglesias destacou “a importância do sistema educativo”, porque é “onde apreendemos a enfrentarmos e solucionar o conflito, a trabalhar em grupo, onde educamo-nos em valores e formamo-nos fundamentalmente”. “Ainda que”, lamentou, “apesar de que a educação tem trabalhado a partir da Lei de Igualdade, continuam sem produzir-se saltos exponenciais à hora de abordar a igualdade de oportunidades”.


Finalizadas a intervenções, os assistentes às jornadas guardaram um minuto de silencio em memoria às vítimas de violência de género e, a continuação, teve lugar a atuação musical María Balaguer (violino) e Jessica Cruzten (flauta), quem interpretaram o duplo concerto de Bach “BWV 1073, Largo ma no tanto”.


A jornada contou ademais com a projeção do vídeo sobre o Curso Educação na Igualdade à frente da Violência de Género e, a continuação, deram o seu testemunho membros dos CPR, serviços sociais, serviços jurídicos e forças de seguridade sobre a importância da formação em Igualdade de Género.


Contudo, teve lugar uma conferência oferecida por Marisa Soleto, integrante da Fundação Mulñheres e, por último, alunos de 5º de Primária do CP Octavio Augusto de Mérida deram leitura a um manifesto.

 

 

EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA 


A presidenta da Assembleia de Extremadura inaugurou também hoje a exposição de fotografias “África com rosto de mulher de Jesús López Sanatana, acompanhada pelo autor. Trata-se duma coleção de fotografias em branco e preto protagonizadas por mulheres e tomadas por López Santana em sendas visagens a Monzambique, Mali e Burkina Faso, durante os anos 2013 e 2014 no transcurso dume série de documentais para a Agência Extremenha de Cooperação Internacional e Cruz Vermelha Espanhola.


A amostra, na que tem participado também o fotografo Rodián González, permanecerá no Corredor de Cristal da Câmara extremenha até o próximo 30 de novembro com a colaboração da Universidade de Extremadura (UEx).


López Santana explicou que as fotografias tratam de reflexar “a resiliência” do ser humano “e como a cooperação para o desenvolvimento é realmente um motor para o câmbio e para que a gente possa viver com um mínimo de dignidade”.


Notícia completa na web da Assembleia de Extremadura.

 

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